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Laor vence depressão, mas não cura mágoa: ‘Me senti traído por Neymar’

Recuperado de problemas de saúde, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro relembra a ‘sujeira’ que viu no futebol entre 2009 e 2012, época em que presidiu o Santos

Por Luiz Felipe Castro e Alexandre Salvador7 min de leitura
Da esq. para a dir., Neymar da Silva Santos, pai do jogador Neymar, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, então presidente do Santos, e Neymar, durante coletiva sobre a permanência do atacante no Santos em 2014
Da esq. para a dir., Neymar da Silva Santos, pai do jogador Neymar, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, então presidente do Santos, e Neymar, durante coletiva sobre a permanência do atacante no Santos em 2014

“Me decepcionei muito. Foi um ato de absoluta deslealdade, além de ser ilegal, porque a Fifa não permite aliciamento de jogador, com o agravante de que o Santos jogaria contra o próprio Barcelona no Japão”, relembra, sobre acordo de Neymar com o clube catalão em 2011

Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor, recuperou o sorriso fácil que se acostumou a exibir durante seu mandato na presidência do Santos. Bem mais magro e prestes a lançar uma biografia, o ex-dirigente de 72 anos superou uma série de problemas de saúde que por pouco não lhe tiraram a vida. Entre 2009 e 2012, período em que esteve na presidência, Laor comemorou seis títulos, incluindo a Copa Libertadores de 2011, vencida no Pacaembu em um dia definido por ele como o mais feliz de sua vida. No entanto, a condição de cartola – uma novidade para um executivo com passagens pelo Banco…

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