Isolada em Teresópolis, a seleção pode se sentir em casa
Na cidade onde fica a Granja Comary, os moradores reclamam dos protestos

“Essas pessoas não estão sendo civilizadas”, comentou Romário da Cunha Zimbrão, que torce para que Neymar seja o nome da competição – e do hexa
O pequeno protesto que recebeu a seleção brasileira em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, na tarde desta segunda-feira, rapidamente se esvaneceu. O que predomina no município onde fica a Granja Comary, local onde os jogadores ficarão concentrados durante toda a Copa do Mundo, é a hospitalidade. “Teresópolis, casa da seleção” é o que diz o pórtico da entrada, com caricaturas de jogadores históricos, como Pelé e o capitão do penta, Cafu. Um pouco mais à frente, cerca de 40 crianças e adolescentes, todos vestindo verde e amarelo, esperavam animadas pela passagem do ônibus que levava os atletas convocados para tentar conquistar o hexa. Fernando Miguel Ribeiro da Silva, de 12 anos, era um dos mais animados. “A cidade sempre fica agitada com a…
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