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‘Homem da mala’ voltou a dar azar a africanos em Brasília

Depois de Gana, concentração da Nigéria também teve distribuição de dinheiro vivo antes de partida decisiva. De novo, não adiantou: o time está fora da Copa

Por Giancarlo Lepiani, com fotos de Ivan Pacheco, de Brasília3 min de leitura
Lance no jogo entre França e Nigéria no Mané Garrincha, em Brasília
Lance no jogo entre França e Nigéria no Mané Garrincha, em Brasília

“Isso é cultural, na África é assim. Antes de jogos importantes é comum que autoridades visitem o timepara tentar motivar a equipe”, explicou o técnico Keshi

As delegações africanas da Copa do Mundo têm reforçado o estereótipo de Brasília como capital do dinheiro distribuído sob a mesa e meca dos portadores de malas recheadas de grana viva. Pela segunda vez no torneio, uma seleção do continente recebeu a visita de uma autoridade munida de maços de cédulas na véspera de um jogo decisivo – e, pela segunda vez, nem mesmo a chegada do agrado financeiro antes da partida foi capaz de impedir uma eliminação de� africanos. A primeira equipe visitada por um “homem da mala” no Distrito Federal foi Gana, que acolheu com entusiasmo um representante do presidente do país – e especialmente os 3 milhões de dólares que ele trazia em sua bagagem. A mesma empolgação não foi mostrada…

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