GRUPO E – Suíça: atacar é o novo foco para superar velhos dramas
Cansada de ser eliminada sofrendo poucos gols, seleção se desprende de fama defensiva para chegar mais longe dessa vez

A Suíça tem a fama, justificada, de ter uma defesa difícil de ser superada. Na Copa do Mundo de 1938, nasceu o termo “ferrolho suíço” para designar o sistema tático criado por seu então técnico, o austríaco Karl Rappan. Foi a primeira equipe a escalar uma linha de quatro defensores, o dobro do habitual à época. Funcionou: os suíços eliminaram a Alemanha e chegaram às quartas de final. No Mundial seguinte, em 1950, conseguiram empatar com o anfitrião Brasil (2 a 2). As participações seguintes (1954, como país-sede, 1962, 1966 e 1994) não seguiram essa característica. Foram muitos gols sofridos e participações discretas. No novo século, houve uma forte retomada do foco defensivo.
Tabela completa de jogos da Copa do Mundo 2018
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