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Grito homofóbico no estádio ecoa na sociedade, diz presidente do Vasco

Alexandre Campello defende a postura do árbitro que interrompeu uma partida contra o São Paulo ao ouvir gritos homofóbicos da torcida

Por Fábio Altman3 min de leitura
BRADO – Campello: orientação para que os locutores do estádio dissessem “parem”
BRADO – Campello: orientação para que os locutores do estádio dissessem “parem”

O que o senhor achou da decisão do árbitro Anderson Daronco, que parou o jogo ao ouvir os cantos discriminatórios da torcida do Vasco contra a equipe do São Paulo? Ele agiu corretamente, pois o Superior Tribunal de Justiça Desportiva recomendou maior rigor e obediência a normas recentes da Fifa contra o preconceito nos estádios. E, imediatamente após o Daronco paralisar o jogo, tanto o treinador Vanderlei Luxemburgo quanto os jogadores, a própria torcida e o clube, por meio do sistema de som do estádio, pediram que os gritos cessassem.

A homofobia é uma vergonha para o futebol? Diria que é um problema de toda a sociedade, e nós, dirigentes e clubes, temos um papel no combate ao preconceito. Os torcedores em um estádio de futebol e a própria sociedade passam por um processo de aprendizado e conscientização. O Vasco se compromete a promover ações educativas junto ao torcedor. E…

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