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Ainda há vida – e muita – na seleção sem Neymar

Dias da seleção brasileira em Porto Alegre foram mais leves e culminaram numa goleada que deu confiança ao time e suas novas lideranças

Por Luiz Felipe Castro5 min de leitura
O atacante Richarlison comemora o sétimo gol da seleção na goleada sobre Honduras no Beira Rio
O atacante Richarlison comemora o sétimo gol da seleção na goleada sobre Honduras no Beira RioREUTERS

PORTO ALEGRE – “O sorriso é o reflexo da alma e minha alma está sempre feliz”, filosofou o capitão da seleção brasileira, Daniel Alves, depois da vitória por 7 a 0 sobre Honduras, no último teste antes da Copa América. O ambiente na equipe, de fato, ficou mais alegre na viagem a Porto Alegre, a primeira sem a presença de Neymar, cortado por lesão em meio a uma escandalosa acusação de estupro. Tite se mostrou aliviado ao poder falar de temas que não entram nas páginas policiais e se permitiu fazer brincadeiras, um fato novo, na entrevista pós-goleada. E a torcida, apesar de ter ido ao Beira-Rio em número baixíssimo (16.521), deu mostras de carinho, até mesmo ao contestado treinador, e aos jovens que assumiram maior protagonismo sem a estrela do PSG.

O atacante Richarlison, um dos principais responsáveis por alegrar o ambiente no time, com gols e a irreverente…

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