Fifa bane dirigente sul-africano investigado por manipulação de resultados
Lindile Kika era membro da Confederação Africana de Futebol e suspeito de participar de fraude em 2010. Ele é o sexto dirigente punido em duas semanas

O Comitê de Ética da Fifa baniu nesta quarta-feira o sul-africano Lindile Kika, membro da Confederação Africana de Futebol e ex-presidente da federação de seu país, de todas as atividades ligadas ao futebol por um período de seis anos. Kika é investigado por suspeita de manipulação de resultados em amistosos internacionais disputados em 2010. Por meio de um porta-voz, o dirigente alegou inocência.
O juiz da Fifa Hans-Joachim Eckert considerou que Kika violou cinco itens do códigos de ética da entidade: regras gerais de conduta, comissão, conflito de interesse bem como lealdade, dever de informação, cooperação e comunicação. O Comitê de Ética da Fifa, porém, não especificou que delitos o dirigente sul-africano cometeu. A alta cúpula da Confederação Africana de Futebol protestou ao considerar que o Comitê de Ética ultrapassou suas competências ao propor o banimento.
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