Fascinado pela Alemanha, Sabella teme o desgaste físico
Para técnico argentino, que aponta Brasil e Alemanha como escolas que mais o influenciaram, cansaço maior e recuperação menor podem pesar na finalíssima

“A Alemanha já é sempre uma rival dificílima. Para completar, além de ter um dia a mais de descanso, ela praticamente resolveu o jogo contra o Brasil no primeiro tempo”
Ex-jogador com passagem pelo Grêmio e ex-auxiliar técnico de Daniel Passarella no Corinthians, o treinador da seleção argentina, Alejandro Sabella, se diz especialmente influenciado por duas escolas de futebol: a brasileira e a alemã. “No futebol, minha admiração é por esses dois países”, contou ele depois da classificação de sua equipe para a finalíssima da Copa do Mundo, no domingo, contra a Alemanha. A vitória nos pênaltis sobre os holandeses -4 a 2, depois de um duríssimo 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, nesta quarta-feira, no Itaquerão – colocou Sabella frente a frente com uma das seleções que ele mais admira e estuda. “A Alemanha sempre mostrou um grande poderio físico, capacidade tática e uma grande força…
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