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Fábio não entende critérios para esquecimento na seleção: ‘Ninguém explica’

Aos 42 anos e de contrato renovado com o Fluminense, goleiro recebeu apenas três chances de vestir a camisa amarelinha; Diniz fará convocação nesta sexta, 18

Por Klaus Richmond e Maria Fernanda Lemos4 min de leitura
Fábio em um dos raros registraos pela seleção brasileira - CBF/Divulgação
Fábio em um dos raros registraos pela seleção brasileira - CBF/Divulgação

Fábio e seleção brasileira jamais viraram um casamento. Mesmo presente nos elencos da Copa das Confederações, em 2003, e da conquista do título da Copa América, 2004, o goleiro do Fluminense vestiu por apenas três oportunidades a camisa amarelinha. Em entrevista exclusiva à PLACAR de agosto, já nas bancas desde a última sexta-feira, 11, ele nega carregar mágoa pelas raras chances, mas levanta questionamentos sobre o critério das escolhas feitas pelos treinadores no período.

“Então, ninguém explica [a minha ausência na seleção]. Infelizmente, é uma força que foge da minha alçada. Eu sempre tentei fazer o meu melhor nos clubes, tive a oportunidade de ir para a seleção porque já ficava até meio vergonhoso os caras não me levarem porque se cobrava muito. Aí, quando me levevam, levavam três. Tipo assim: os caras precisam desmaiar ou acontecer alguma coisa para que eu tivesse a oportunidade de jogar. Mas, dentro do…

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