EUA querem propor acordo de delação premiada a Marin
Ex-presidente da CBF poderia reduzir sua pena – que pode chegar a 20 anos de prisão

A Justiça americana está disposta a oferecer ao ex-presidente da CBF, José Maria Marin, um acordo de delação premiada, caso ele seja extraditado para os Estados Unidos. Fontes ligadas ao processo acreditam que a proposta interessaria ao dirigente de 83 anos, que poderia ter sua pena reduzida drasticamente – em condições normais, Marin, poderia pegar até 20 anos de prisão. Ele está detido em Zurique, na Suíça, desde o dia 27 de maio, acusado de receber propina em acordos entre a CBF e parceiros comerciais.
O Departamento de Justiça dos Estados quer tirar de Marin mais informações sobre negociações de contratos e, sobretudo, sobre o envolvimento de outros dirigentes na organização da Copa do Mundo de 2014, em especial, Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, e Ricardo Teixeira, seu antecessor na CBF.
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