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Especial Libertadores: ‘O Athletico quer ser o protagonista’, diz Cocito

Vice-campeão em 2005, ex-volante ainda lamenta que a final não tenha sido na Arena da Baixada e acredita que o time atual tenha condições de seguir no topo

Por Alexandre Senechal8 min de leitura
Cocito, do Atlético Paranaense, disputando lance com jogador do Bahia, durante jogo do Campeonato Brasileiro de Futebol, no Estádio Arena da Baixada.
Cocito, do Atlético Paranaense, disputando lance com jogador do Bahia, durante jogo do Campeonato Brasileiro de Futebol, no Estádio Arena da Baixada.JADER DA ROCHA

Ele ficou marcado no imaginário do futebol por uma entrada forte em Kaká no Campeonato Brasileiro de 2001. Mas é só perguntar para o torcedor do Athletico Paranaense sobre Thiago Marcelo Silveira Cocito, ou apenas Cocito, para entender que o volante foi muito mais do que um jogador violento ou um perna de pau. Cocito é um dos maiores ídolos do Furacão. Foi um dos pilares do time que chegou ao título nacional em 2001 e é o terceiro jogador que mais atuou com a camisa rubro-negra na Libertadores com 19 partidas (atrás de Weverton e Nikão por apenas um jogo).

Em 2005, a glória continental bateu na trave. A derrota para o São Paulo na decisão daquela Libertadores ainda dói para Cocito, que acredita que se a partida de ida da final tivesse acontecido na Arena da Baixada, estádio da equipe em Curitiba, o resultado poderia ter sido diferente.…

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