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Diretor do presídio paraguaio descreve o mês de Ronaldinho na cadeia

Blas Vera, chefe do Grupamento Especializado da Polícia Nacional, em Assunção, falou a VEJA sobre o comportamento do craque durante os 32 dias de reclusão

Por Alexandre Salvador4 min de leitura
Receoso no início, Ronaldinho passou a interagir com os presos e participou de algumas peladas no Grupamento Especializado da Polícia Nacional, em Assunção, no Paraguai
Receoso no início, Ronaldinho passou a interagir com os presos e participou de algumas peladas no Grupamento Especializado da Polícia Nacional, em Assunção, no Paraguai

Força. Para Blas Vera, chefe do Grupamento Especializado da Polícia Nacional em Assunção, no Paraguai, essa é a principal característica de Ronaldinho Gaúcho que, ao lado de seu irmão/empresário Roberto Assis, ficou detido no quartel transformado em presídio por 32 dias após a acusação de uso de documentos falsos no país vizinho em 4 de março. O ex-jogador foi transferido na terça 7 para um hotel da capital onde irá cumprir prisão domiciliar.

“Ronaldinho é uma pessoa muito forte. Falei com ele por diversas vezes e ele me dizia que vivia uma situação que qualquer um poderia passar. E que, por alguma razão, aconteceu com ele. Ele tinha certeza do esclarecimento das coisas, mas que era necessário um tempo para que isso acontecesse”, afirmou Blas Vera a VEJA, que há nove meses é comandante do Grupamento.

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