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Daniel Alves, o capitão sorridente: ‘Não me escondo’

Aos 36 anos, lateral diz assumir papel de liderança com naturalidade

Por Luiz Felipe Castro3 min de leitura
Daniel Alves, jogador da Seleção Brasileira, disputa lance com Romell Quioto, de Honduras, durante amistoso realizado em Porto Alegre (RS) – 09/06/2019
Daniel Alves, jogador da Seleção Brasileira, disputa lance com Romell Quioto, de Honduras, durante amistoso realizado em Porto Alegre (RS) – 09/06/2019Getty Images

PORTO ALEGRE – A irreverência e a habilidade seguem intactas e Daniel Alves sabe que ganhou novas responsabilidades na seleção brasileira que disputará a Copa América a partir da sexta-feira, 14. O lateral baiano do PSG retomou a faixa de capitão que usaria na Copa da Rússia se não tivesse se machucado e é hoje a referência de um time formado por diversos jovens, especialmente no ataque.

Daniel, de 36 anos, diz se sentir bem na função de capitão, que segundo ele “não muda nada, na verdade” e rejeita a pecha de líder rabugento. “Minha personalidade é essa, o sorriso é o reflexo da alma e minha alma está sempre feliz. Divertir-se é fundamental, fazemos o que amamos. É preciso encarar as coisas com responsabilidade, sem esquecer de sorrir”, disse, depois da vitória por 7 a 0 em amistoso contra Honduras, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

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