A disputa acirrada pela presidência da CBV
Oposição, liderada por ídolo da modalidade, tenta tirar o atual presidente Toroca do comando, ancorado em orientação da AGU. A situação nega irregularidades

A eleição da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), que definirá o futuro do esporte olímpico mais vitorioso do país pelos próximos quatro anos, pode não acabar neste domingo, 10. O pleito já envolve disputa judicial, com um pedido de impugnação da chapa do atual presidente Walter Pitombo Laranjeiras, o Toroca, à frente da CBV desde 2013, e deve puxar a fila de uma série de lutas semelhantes no calendário eleitoral de confederações justamente em ano olímpico – os Jogos de Tóquio-2020, adiados em um ano pela pandemia do coronavírus, estão marcados para julho.
O principal temor da chapa de oposição, a Renova Vôlei, liderada pelo advogado e empresário Marco Túlio Teixeira, além do vice Sérgio Escadinha, ex-líbero multicampeão com a seleção brasileira, recai sobre um risco jurídico e econômico, apoiado em orientação da Advocacia Geral da União (AGU) de que “não serão certificadas entidades esportivas as quais um mesmo dirigente…
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