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Coronavírus: ganha força o movimento pelo adiamento da Olimpíada de Tóquio

Dirigentes do esporte mundial dão sinais de que a realização da Olimpíada em julho próximo é inviável por uma série de razões; saiba quais são elas

Por Alexandre Salvador4 min de leitura

Citius, Altius, Fortius… et Sanus? Em tempos de coronavírus, talvez caiba uma temporária atualização no lema criado pelo Barão Pierre de Coubertin, pai da Olimpíada da Era Moderna. A pouco mais de quatro meses da Cerimônia de Abertura dos Jogos de Tóquio-2020, continuar com o cronograma original da edição japonesa já soa tão desatualizado quanto propor o retorno do cabo de guerra ao programa de modalidades olímpicas.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) realizou nesta quarta-feira 18 uma série de videoconferências com os principais interessados na discussão: as federações esportivas internacionais e os comitês olímpicos de cada um dos países. Embora a mensagem transmitida pelo presidente do COI, o alemão Thomas Bach, seja de que “ainda não é hora de se tomar uma atitude drástica” (em outras palavras, o adiamento/cancelamento da Olimpíada), é crescente o número de vozes descontentes com tal decisão.

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