Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, a região de Nova York vive uma expressiva transformação em sua infraestrutura esportiva. Para suprir a histórica escassez de espaços para a prática do esporte na metrópole, uma rede de investimentos públicos e privados viabiliza novos campos de jogo.
De acordo com reportagem do The New York Times, publicada pela Folha de S.Paulo, as novas instalações variam de projetos comunitários a luxuosas estruturas privadas.
Como a iniciativa privada atua no Brooklyn?
Um dos destaques dessa tendência é o campo construído por Colm Dillane, fundador da marca de moda KidSuper, no Brooklyn. Ele investiu cerca de US$ 1 milhão para erguer uma quadra de 12 por 21 metros no terraço da sede de sua empresa. O espaço conta com cercamento total, placar eletrônico controlado por aplicativo e um bar para os jogadores.
Quais são as melhorias nos parques públicos?
No âmbito público, o Randall’s Island Park reabriu quatro campos de futebol que haviam sido danificados após o local ser utilizado como abrigo temporário. A restauração do gramado sintético custou cerca de US$ 5 milhões.
Paralelamente, em Morris Township, Nova Jersey, o New York Red Bulls inaugurou um moderno centro de treinamento de 32 hectares. Avaliado em mais de US$ 100 milhões, o complexo conta com oito campos oficiais — sendo cinco aquecidos — e servirá como base de treinamento para a seleção brasileira durante o Mundial.
Qual é o legado comunitário nas escolas locais?
A expansão também alcança as escolas públicas por meio da New York City Soccer Initiative, uma parceria que envolve o New York City FC, o Mayor’s Fund, o Departamento de Educação de Nova York e patrocinadores corporativos.
O projeto está construindo 26 minicampos de futebol em pátios escolares. O objetivo é garantir que, mesmo após o término do torneio, a febre pelo esporte deixe um legado duradouro e acessível para as crianças da comunidade nova-iorquina.





