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Conquista dá força a modelo de gestão inovador e polêmico do Athletico-PR

Primeira conquista internacional da equipe garantiu vaga na Copa Libertadores do próximo ano

Por Estadão Conteúdo e EFE3 min de leitura
Pablo (esq), comemora com seus companheiros após abrir o placar para o Atlético-PR, durante partida contra o Junior de Barranquilla, válida pela final da Copa Sul-Americana – 12/12/2018
Pablo (esq), comemora com seus companheiros após abrir o placar para o Atlético-PR, durante partida contra o Junior de Barranquilla, válida pela final da Copa Sul-Americana – 12/12/2018AFP

Campeão brasileiro de 2001 e segundo maior ganhador paranaense, com 24 taças (contra 38 do Coritiba), o Athletico-PR, enfim, ergueu um troféu internacional. Em momento no qual revitaliza e muda toda a identidade visual, o clube fundado em 1924 espera capitalizar em cima da conquista de diversas formas: do ponto de vista financeiro, graças à gorda premiação pelo título da Copa Sul-Americana, e de afirmação dentro do continente.

“Não será um salto de patamar, mas valoriza seu modelo de gestão”, acredita Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo. “Para clubes como o Atlético-PR, uma competição como a Sul-Americana é fundamental, já que a Libertadores fica cada vez mais difícil em função do orçamento ser menor que o de outros clubes e pelo equilíbrio que mantém nos gastos. Mas há as premiações, que melhoraram, e tem a Copa Suruga, que é pouca coisa, mas dá a possibilidade de ir jogar fora”, afirma.

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