Acervo

Como Neymar entrará para a história da Copa de 2018? Cai-cai ou caçado?

Possivelmente, os dois, porque é impossível negar ao camisa 10 a leveza de um gênio a quem só é possível parar com falta

Por Fábio Altman4 min de leitura
Neymar reage durante a partida contra a Bélgica, válida pelas quartas de final, na Arena Kazan – 06/07/2018
Neymar reage durante a partida contra a Bélgica, válida pelas quartas de final, na Arena Kazan – 06/07/2018REUTERS

Qual Neymar entrará para a história das Copas, depois da derrota contra a Bélgica? O Neymar cai-cai, o ator, o fingidor, aquele que finge completamente, que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente, ou o Neymar ereto, levemente apartado do jogo, no canto esquerdo, rápido como um azougue, objetivo, genial, sem firulas? Possivelmente, os dois, porque é impossível negar ao camisa 10 a leveza de um gênio a quem só é possível parar com falta. Mas muita água há de passar, quem sabe no Catar, em 2022 (quando ele terá 30 anos), para que do menino que nasceu para ser herdeiro de Pelé suma a marca que nele foi colada na Rússia, em 2018. Na entrada do estádio de Kazan, minutos antes do início das quartas-de-final, um grupo de torcedores brasileiros entoava “Neymar, Neymar”! Três belgas, claramente identificados pelas camisas que vestiam, se jogaram no chão,…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos