Acervo

Opinião: A surpresa mais simpática desde 1958

Os motivos pelos quais a derrota contra a Bélgica não precisa ser tão chorada

Por Fábio Altman3 min de leitura
Jogadores da Bélgica comemoram o segundo gol, marcado por Kevin De Bruyne, na partida de quartas de final na Arena Kazan – 06/07/2018
Jogadores da Bélgica comemoram o segundo gol, marcado por Kevin De Bruyne, na partida de quartas de final na Arena Kazan – 06/07/2018REUTERS

Choremos a derrota do Brasil, sempre triste. Lamentemos aquela bola de Thiago Silva, aos 8 minutos, que foi dar na trave belga. Perguntemos por que tanto insistir com Gabriel Jesus, que tinha função tática, ok, mas a um centroavante cabe marcar gols. Desconfiemos das cenas exageradas de Neymar. Fiquemos com pena do cartão amarelo que tirou Casemiro das quartas de final. A lista é imensa, interminável. É sempre assim. Mas que tal um pouco de afastamento – prematuro, talvez, ainda dói – para entender o feito da Bélgica de Courtois, Hazard, De Bruyne e Lukaku? Sabíamos da qualidade desses jogadores, é claro, por atuarem em clubes europeus que estão o tempo todo na televisão. Sabíamos das boas chances de a Bélgica ir bem na Copa da Rússia, e as primeiras partidas, até mesmo a difícil virada contra o Japão (3 x 2), nas oitavas, indicavam que algo ali ia muito…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos