COI mantém proibição a protestos durante Jogos Olímpicos de Tóquio
Segundo Comissão de Atletas, pesquisa entre esportistas ajudou a ratificar decisão, mas entidades e outros nomes importantes já se manifestaram contra

Atitudes como a dos atletas americanos Tommie Smith e John Carlos, medalhistas nos 200 metros rasos da Olimpíada do México, em 1968, quando baixaram as cabeças e levantaram os braços com os punhos fechados no pódio, durante a execução do hino dos Estados Unidos, não serão toleradas no Japão. Ficar de joelhos como fazem os jogadores de futebol americano ao se manifestar contra as mortes de pessoas negras pela polícia também está vetado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). O órgão manteve nesta quarta-feira a proibição a protestos de atletas dentro de estádios, cerimônias e pódios.
Vale dizer que, no movimentado ano de 1968, Smith, Carlos e até o outro medalhista, o australiano Peter Norman, que estaria usando um broche do Projeto Olímpico pelos Direitos Humanos, foram punidos. Embora a Regra 50 proíba os atletas de protestar nos Jogos, não há muita clareza sobre o que conta como “protesto”. As novas…
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