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COB vê Jogos de Tóquio como ‘operação logística mais complexa da história’

Segundo o presidente da entidade, Paulo Wanderley Teixeira, não há mais risco de cancelamento; o desafio agora é manter atletas brasileiros em plena forma

Por Luiz Felipe Castro4 min de leitura
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Paulo Wanderley Teixeira
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Paulo Wanderley TeixeiraGetty Images

Faltam pouco mais de quatro meses para o início dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Reportagem de VEJA desta semana mostrou que, apesar das crescentes preocupações em relação à pandemia do novo coronavírus, que já adiou o evento em um ano, os recentes movimentos do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do governo japonês indicam que não há risco de cancelamento da competição. A maior dúvida no momento diz respeito à presença de torcedores, à preparação dos atletas e aos protocolos sanitários que devem ser seguidos. O presidente do Comitê Olímpio do Brasil, Paulo Wanderley Teixeira, revelou quais foram as últimas medidas da entidade.

“Estamos em contato constante com outros comitês nacionais, com o COI e com o Comitê Organizador dos Jogos e nos preparando para a operação logística mais complexa da história. O ponto não é mais se vai ter Olimpíada, mas, sim, como ela será realizada”, afirmou Paulo Wanderley, que…

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