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Churrasco e autógrafos de Messi: como Conmebol conseguiu vacinas de graça

Reportagem do diário argentino ‘La Nación’ detalhou os bastidores da negociação; Sinovac decidiu doar doses em troca de reforço de publicidade

Por Da Redação5 min de leitura
Alejandro Domínguez (o sexto da esq. para a dir), durante visita ao Montevideo Torque; ali começou tudo
Alejandro Domínguez (o sexto da esq. para a dir), durante visita ao Montevideo Torque; ali começou tudo

A Conmebol anunciou, com pompa, na última terça-feira, 13, um acordo com o laboratório chinês Sinovac Biotech, que doou 50.000 doses de vacinas contra a Covid-19 a serem distribuídas a atletas e membros de comissão técnica, visando a segurança da Copa Libertadores e, especialmente, da Copa América. Nesta sexta-feira, 16, o diário argentino La Nación narrou os bastidores da polêmica negociação, que teve início em um animado churrasco em Montevidéu, no Uruguai, e envolveu até mesmo camisas autografadas de Lionel Messi.

Tudo teve início quando a Fifa surpreendeu ao adiar a janela dupla das Eliminatórias Sul-Americanas, atendendo a apelos de clubes europeus que não queriam liberar seus jogadores para viagens internacionais em meio à pandemia. Com isso, a Conmebol se deu conta de que apenas vacinando os atletas conseguiria realizar suas competições sem maiores contratempos. A entidade, então, fez contato com diversos laboratórios como Pfizer, Moderna, Oxford/Astra Zeneca, Johnson &…

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