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Caso Fifa: José Maria Marin deve aceitar extradição aos EUA

Preso desde 27 de maio, cartola de 83 anos acredita que recorrer da decisão seria “perda de tempo”. Ele deve negociar fiança milionária com os americanos

Por Da Redação3 min de leitura
Presidente da CBF José Maria Marin
Presidente da CBF José Maria MarinREUTERS

José Maria Marin, o ex-presidente da CBF preso em Zurique desde maio, poderá aceitar a sua extradição aos Estados Unidos. Nesta semana, a Justiça da Suíça anunciará a decisão e, caso a orientação do FBI seja acatada, a defesa do dirigente brasileiro deverá abrir mão do recurso, que prorrogaria o caso até o fim do ano.

Marin e outros seis cartolas foram detidos no dia 27 de maio na cidade suíça e a pedido da Justiça americana. Um dos dirigentes, Jeffrey Webb, aceitou de forma voluntária ser extraditado aos Estados Unidos. Mas os demais, entre eles Marin, optaram por questionar o processo. Os advogados do brasileiro apresentaram uma defesa baseada no fato de que não existia base legal para a extradição e que as provas eram “frágeis”.

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