Acervo · Esporte
Caso Bruno: Não esperava repercussão negativa, diz diretor do Boa
Rildo Moraes afirma que ficou surpreso e diz que clube pode acionar judicialmente parceiros que abandonaram o clube

Os dirigentes do Boa Esporte Clube ficaram surpresos com a repercussão negativa do anúncio da contratação do goleiro Bruno, condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pela morte de Eliza Samudio, em 2010. O jogador ganhou o direito de responder à apelação no Tribunal de Justiça de Minas Gerais em liberdade e foi solto no final do mês passado. Hoje, ele deverá chegar cedo à cidade de Varginha, no sul do estado, passar por uma bateria de exames e ser apresentado numa entrevista coletiva.
“Realmente não esperava essa repercussão negativa”, disse Rildo Moraes, diretor de futebol do clube mineiro, horas depois de todos os patrocinadores e apoiadores do Boa anunciarem o rompimento de seus acordos.
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