Cafu: “Não sei descrever a dor de jogar terra sobre o caixão de um filho”
Ídolo nacional que jogou quatro Copas, o ex-lateral fala pela primeira vez da perda de Danilo, de 30 anos, vítima de um problema cardíaco
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A cada cinco dias, Marcos Evangelista de Morais, o Cafu, vai sozinho ao cemitério e deposita flores no túmulo de Danilo, que morreu aos 30 anos, enquanto disputava uma pelada com o pai no campo que fica dentro do condomínio onde mora a família, em Alphaville, nos arredores de São Paulo. “Não sei como descrever a sensação de jogar terra sobre o caixão de um filho”, diz Cafu, ao falar pela primeira vez publicamente sobre a fatalidade, ocorrida no dia 4 de setembro. O ex-jogador tentou socorrer Danilo, carregou-o no colo até o carro e saiu em disparada rumo ao hospital. As tentativas dos médicos para reanimar o paciente revelaram-se infrutíferas. Danilo sofria de aterosclerose coronária (entupimento dos vasos do coração). O episódio representou uma trágica rasteira do destino. Na ocasião de sua morte, Danilo se preparava para uma cirurgia de cateterismo, que estava agendada para dois dias depois. Feita…
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