Banido, sul-coreano acusa Blatter de golpe e compara Fifa ao Titanic
Chung Mong-joon teve sua candidatura à presidência da Fifa vetada pelo Comitê de Ética da entidade nesta quinta-feira

O sul-coreano Chung Mong-joon, que foi banido da Fifa por seis anos e teve sua candidatura à presidência da entidade anulada na manhã desta quinta-feira, defendeu-se das acusações de compra de votos para a escolha da sede da Copa de 2022. Por meio de nota, ele protestou contra a entidade, da qual foi vice-presidente entre 1994 e 2011, e acusou o presidente Joseph Blatter de estar arquitetando uma estratégia para se manter no cargo.
“Ainda que esta decisão não me surpreenda, estou profundamente decepcionado por uma medida que, outra vez, demonstra a natureza tremendamente irresponsável e antiética da Fifa”, disse, antes de classificar a entidade como o “Titanic afundando”. Ele protestou contra a medida que o impede de concorrer à presidência da Fifa em 26 de fevereiro de 2016 e disse que Blatter influenciou a decisão.
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