As ligações entre J. Hawilla, a CBF e Ricardo Teixeira
Ao assumir a CBF, em 1989, Teixeira encontrou a entidade sem caixa e recorreu a dois amigos, os ex-repórteres esportivos J. Hawilla e Kleber Leite, que cresciam no mundo dos negócios do marketing do esporte

Para entender as relações entre CBF, a empresa Traffic e José Maria Marin, detido nesta quarta-feira na Suíça, no escândalo da Fifa, é preciso recorrer ao surgimento de Ricardo Teixeira no futebol brasileiro e todas implicações que vieram a seguir. Teixeira apareceu em 1989 quando venceu as eleições à presidência da CBF, apadrinhado por João Havelange, então o dono do universo do futebol na condição de presidente da Fifa desde 1974. Teixeira era genro de Havelange. Nada mais natural do que por alguém da “família” para continuar no poder.
De repórter de campo, a alvo da CPI: os negócios de J. Hawilla
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
Assuntos
- CBF
- Futebol brasileiro
- Futebol internacional
- José Maria Marin
- Ricardo Teixeira



