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A equação do pódio

Um instituto de pesquisas de mercado estima em 23 o número de medalhas do Brasil na Olimpíada do Rio. São quatro pódios a menos que a aposta do Comitê Olímpico Brasileiro. O duelo estatístico apenas começou

Por Alexandre Salvador6 min de leitura
RUMO AO TRI? Para atender aos anseios dos dirigentes brasileiros, o vôlei feminino teria de estar de novo entre os três primeiros
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A um ano do início da Olimpíada do Rio, começam a brotar os resultados de uma das mais interessantes modalidades: a previsão do número de medalhas de cada país. Os modelos de cálculo misturam histórico de pódio, PIB, desempenhos em edições anteriores, número de participantes e o efeito de jogar em casa. Os acertos podem chegar a 100%, e nunca ficam abaixo de 95%. Institutos de pesquisa de mercado, grandes bancos internacionais, casas de apostas e universidades dominam esse campo. VEJA obteve com exclusividade o mais recente levantamento em torno das perspectivas para a delegação do Brasil na Rio 2016, construído pela Market­Data, reputada empresa de análise de mercado. A estimativa é de 23 medalhas – quatro a menos do que a meta estabelecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Parece pequena a diferença de quatro medalhas. Não é, sobretudo se forem de ouro.

Ao mirar em 27 medalhas – dez…

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