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A emoção de bater um recorde mundial longevo

A venezuelana Yulimar Rojas, de 25 anos, superou uma marca de 1995

Por Fábio Altman2 min de leitura
Andrej ISAKOVIC
Andrej ISAKOVICAFP

Os recordes mundiais do atletismo são celebrados com euforia e comoção nos estádios olímpicos. É uma pena a vastidão silenciosa ter acompanhado um dos feitos mais espetaculares dos Jogos de Tóquio. A atleta venezuelana Yulimar Rojas, de 25 anos, que fora prata no Rio, em 2016, no salto triplo, desta vez ganhou o ouro, superou a marca olímpica e, de quebra, atingiu a maior distância da história. Ela superou uma marca mundial estabelecida há 26 anos, em 17 centímetros. Cravou em sua última tentativa 15m67. Virou a página da ucraniana Inessa Kravets, que fizera 15m50 em 1995.

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