A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 7, que assinou um acordo com a Fanatics para produzir os álbuns da Copa do Mundo.  O acordo encerra a parceria com a Panini, que produz os colecionáveis desde a década de 70. A nova empresa vai assumir a produção das figurinhas a partir de 2030.

O novo contrato foi firmado com a Topps, que pertence à Fanatics, os direitos de produção de cards, figurinhas e qualquer outro produto ligado à Copa e a outros produtos da Fifa.

“Com a Fanatics, vemos que eles estão promovendo uma enorme inovação em colecionáveis esportivos, o que oferece aos fãs uma forma nova e significativa de se conectar com seus times e com seus jogadores favoritos. Então, do ponto de vista da Fifa, podemos globalizar esse engajamento de fãs justamente graças ao nosso portfólio global de torneios. E isso fornece outra importante fonte de receita comercial que direcionamos de volta, como sempre, para o jogo, para o futebol”, diz Gianni Infantino, presidente da Fifa.

A Fanatics prometeu distribuir gratuitamente mais de 150 milhões de dólares (R$ 793 milhões) em colecionáveis para crianças ao redor do mundo. A nova empresa parceira da Fifa já têm acordos de licenciamento com NBA, NFL, MLS, e Federação Argentina.

“Nosso negócio de colecionáveis neste ano provavelmente é 85% nos EUA. Então, quando pensamos em como expandir globalmente, que é como transformamos isso em um negócio muito maior, não há nada mais importante do que a Fifa. Então, para nós, estamos pensando em crescimento global. Nossa grande iniciativa de crescimento e a parceria com a Fifa para fazer a Copa do Mundo, não há evento maior no mundo do que a Copa do Mundo a cada quatro anos. Achamos que, no longo prazo, o futebol global deve ser nosso maior negócio. Nosso trabalho é garantir que continuemos elevando o nível e inovando de um jeito que ninguém mais consiga”, afirma Michael Rubin, CEO da Fanatics.