Acervo · Esporte

Surfistas de ondas gigantes buscam métodos para reduzir os riscos do esporte

Carlos Burle, que resgatou Maya Gabeira em Nazaré (Portugal), fala do esforço para tornar segura a modalidade mais perigosa do surfe

Por Silvio Nascimento3 min de leitura
Carlos Burle surfando onda gigante em Nazaré, Portugal
Carlos Burle surfando onda gigante em Nazaré, PortugalEFE

O cameraman da rede de televisão portuguesa SIC, Pedro Gois, estava na praia do Norte, em Nazaré (Portugal), na segunda-feira dia 28 de outubro, e viu de perto a queda que a brasileira Maya Gabeira sofreu e o seu dramático resgate. Foram longos sete minutos de agonia entre o momento em que ela despencou de uma onda de mais de 20 metros de altura, caiu no mar, e foi retirada inerte das águas, sendo reanimada na areia. Durante a descrição daqueles momentos, Gois pede licença para uma observação: “Foi incrível a batalha de Carlos Burle (na foto abaixo), incansável no objetivo de encontrar Maya no meio daquele mar violento, e não desistir até conseguir levá-la dali.” Burle, de 46 anos, ajudou Maya a chegar ao ponto para melhor surfar aquela onda, puxando-a com um jet ski. Em seguida, acompanhou a descida, num procedimento padrão, caso fosse necessário um resgate.

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