Acervo · Esporte

Patrocinadores da Olimpíada: os vilões que pagam a conta

Eles torraram mais de 1 bilhão de libras nos Jogos – e são odiados em Londres e no resto do país. Para os cartolas olímpicos, porém, não há motivo para tanto

Por Giancarlo Lepiani, de Londres4 min de leitura
Anúncio no metrô tenta reduzir rejeição popular ao envolvimento dos patrocinadores nos Jogos
Anúncio no metrô tenta reduzir rejeição popular ao envolvimento dos patrocinadores nos Jogos

“Será tudo muito sutil. Se você tiver uma camiseta de outra marca, tudo bem. Mas se houver uma tentativa de marketing de emboscada, é claro que vamos intervir”, disse Rogge

A Olimpíada pode até ser um ótimo negócio – mas não é, de forma alguma, um negócio fácil. Que o digam a Coca-Cola e o McDonald’s, dois dos principais patrocinadores dos Jogos de Londres. Alvos de um fortíssimo sentimento negativo entre os britânicos, estão na mira de protestos, boicotes e retaliações diversas. Os motivos dessa percepção desfavorável são variados, mas dois argumentos são os mais populares entre os detratores das gigantes que exibem suas marcas nos Jogos: a linha de produtos que contrasta com os valores promovidos na Olimpíada e a perseguição implacável aos empresários e comerciantes que tentam usar a Olimpíada para também conseguir algum lucro a mais. No primeiro caso, a presença da Coca e do McDonald’s, que…

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