Acervo · Esporte

O ‘plano de metas Felipão’: crescer 4 anos em 4 semanas

Sem tempo para hesitação, o técnico apostou nos jovens, encontrou um time titular e deu maturidade ao grupo com os duelos contra as grandes seleções

Por Giancarlo Lepiani, do Rio de Janeiro5 min de leitura
Copa das Confederações
Copa das Confederações

Se o antecessor, Mano Menezes, gastou dois anos com testes e experiências pouco frutíferas, Felipão precisou de apenas um mês para cumprir a principal tarefa do ciclo de quatro anos entre uma Copa e outra. No dia da decisão contra a Espanha, o torcedor brasileiro sabe na ponta da língua qual é o time titular

Luiz Felipe Scolari, gaúcho, 64 anos, é a encarnação de um dos velhos clichês clichês do futebol brasileiro: o “técnico paizão”, que protege, motiva e aconselha seus jogadores – e, com isso, acaba conquistando a confiança do grupo todo. Passada uma década da formação da “Família Scolari”, na Copa da Coreia do Sul e Japão, em 2002, ele retornou à seleção brasileira no fim do ano passado e assumiu o desafio espinhoso de montar um time para o Mundial de 2014 num prazo muito mais curto do que o necessário. Felipão poderia recorrer a atletas…

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