Acervo · Esporte

Forlán, o Bola de Ouro, e a ameaça da repetição da história

À vontade em solo brasileiro, o atacante do Internacional sonha em quebrar uma escrita de seis décadas e calar o Maracanã para conquistar uma Copa

Por Celso de Campos Jr.3 min de leitura
Veja.com
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Obdulio Varela, Pedro Rocha, Rodolfo Rodríguez, Enzo Francescoli. A lista de talentos que vestiram a camisa do Uruguai em mais de um século de história é extensa – estar no topo desta relação, portanto, já faria Diego Forlán dispensar qualquer outra credencial. Mas o atacante ainda também é o recordista de gols marcados pelo selecionado, com 33 jogos em 96 partidas, à frente de Héctor Scarone, astro da formação original da lendária Celeste Olímpica, vencedora dos jogos de Paris-1924 e Amsterdã-1928. E, como se não bastasse o papel de liderança no recente renascimento da seleção uruguaia – quarta colocada na Copa do Mundo de 2010 e campeã da Copa América em 2011 -, Forlán ainda foi eleito o melhor jogador do Mundial da África do Sul. Agora, aos 34 anos, a sorte lhe sorri com a oportunidade de acrescentar a essa brilhante trajetória uma final de Copa no Maracanã. Alguém…

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