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Corinthians adota causa certa, mas erra no tom e no timing

A transformação da Libertadores numa competição mais segura e organizada é indispensável. Mas isso não vai acontecer apenas com as bravatas dos cartolas

Por Da Redação5 min de leitura
Polícia discute com torcedores do Vélez Sársfield durante partida contra o Peñarol, no estádio Centenário, em Montevidéu, válido pela Copa Libertadores da América
Polícia discute com torcedores do Vélez Sársfield durante partida contra o Peñarol, no estádio Centenário, em Montevidéu, válido pela Copa Libertadores da AméricaAFP

“Não existe aeroporto a menos de 200 quilômetros do centro de Oruro. Tivemos que pegar um avião fretado até um aeroporto com palafita, esgoto a céu aberto, cachorro atravessando a pista. Paciência, todos viram o que aconteceu”, disse Roberto de Andrade, que não explicou qual é a relação entre o aeroporto ruim e a morte de Kevin Estrada

Na noite de terça-feira, antes mesmo que a tragédia de Oruro completasse uma semana, a Copa Libertadores de 2013 quase registrou mais um desastre. Torcedores do Peñarol, do Uruguai, e do Vélez, da Argentina, travaram uma verdadeira batalha nas arquibancadas do Estádio Centenário, em Montevidéu. O local, de enorme importância histórica para o futebol (foi palco da final da primeira Copa do Mundo, em 1930), ficou bastante danificado. Pedras e garrafas foram arremessadas, cadeiras foram quebradas, vidros dos camarotes foram destruídos. Sete pessoas ficaram feridas e duas foram presas por envolvimento na…

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