Acervo · Esporte
Copa, por enquanto, decepciona dentro e fora dos estádios
Cinco anos depois da escolha do país-sede, os temores da população vão se confirmando: arenas são erguidas às pressas e infraestrutura custa a evoluir

Diante da ineficiência na execução dos investimentos, o TCU já sugere que o governo federal retire empreendimentos da matriz de responsabilidades da Copa
Há cinco anos, quando o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014, a notícia provocou mais preocupação do que orgulho, algo a se estranhar quando se trata de um país tão ligado ao futebol. Mas a desconfiança era inevitável: temia-se que as autoridades brasileiras cometessem os mesmos erros de sempre nos preparativos para o Mundial. Obras atrasadas – e, portanto, mais caras, já que acabam exigindo investimentos de última hora para cumprir os prazos – estavam no topo da lista de problemas previstos pela população. O gasto de um volume excessivo de dinheiro público (mesmo com as promessas de que todos os estádios seriam erguidos com investimento privado) também provocava arrepios no contribuinte. Por fim, a sensação de que pouco seria feito fora…
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