Acervo · Esporte

Bolt saboreia vitória, desdenha dos críticos e promete mais

O campeão das pistas e da marra, quem diria, reclamou de quem fala demais. E avisou: no caminho para ser uma lenda olímpica, ainda faltam mais 200 metros

Por Giancarlo Lepiani, de Londres5 min de leitura
Veja.com
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“Tinha muita gente por aí dizendo que eu não venceria. É ótimo vir aqui e mostrar ao mundo que ainda sou o número um” “Não foi a largada perfeita, mas meu técnico falou que eu tinha que parar de me preocupar tanto com isso. Sou melhor no fim, e não no começo”

Já havia passado mais de uma hora desde sua vitória na final dos 100 metros rasos, com direito a recorde olímpico (9s63) e marca histórica (o primeiro bicampeão da prova desde o americano Carl Lewis, em 1984-1988). Mas Usain Bolt, o homem mais rápido do planeta, não tinha pressa nenhuma de sair do Estádio Olímpico de Londres, onde conquistou mais um ouro nos Jogos – o quarto de sua carreira, o primeiro nesta edição. As arquibancadas já estavam quase vazias, mas algumas dezenas de torcedores se concentravam nos assentos próximos ao local onde Bolt conversava com os jornalistas,…

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