Os altos valores dos ingressos para a estreia da seleção dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, marcada para 12 de junho contra o Paraguai no SoFi Stadium, em Los Angeles, tornaram-se um ponto de debate. O presidente Donald Trump afirmou em entrevista ao New York Post que não pagaria os preços cobrados pela Fifa. Segundo ele, os valores são proibitivos para o seu eleitorado em regiões como Queens e Brooklyn.
A defesa da Fifa sobre a política de vendas
Em resposta, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu a estratégia de precificação da entidade durante um evento em Beverly Hills. O dirigente afirmou que 25% dos ingressos da fase de grupos custam menos de US$ 300, comparando os valores aos praticados em jogos universitários norte-americanos. A entidade argumenta que os preços elevados visam combater a revenda por valores ainda maiores, prática comum no mercado local.
Reações de torcedores e ações legais
Apesar da defesa da organização, torcedores relatam insatisfação com a estrutura de categorias e alocação de bilhetes. A Football Supporters Europe (FSE) classificou a estrutura de preços como excessiva e apresentou uma denúncia contra a Fifa na Comissão Europeia em março de 2026. O torneio, que será realizado entre 11 de junho e 19 de julho, registra cerca de 5 milhões de ingressos vendidos de um total de 7 milhões disponíveis, conforme dados da própria entidade.









