Acervo · Copa do Mundo

O dia em que o telão foi inimigo do mais vaidoso dos craques

Para espanto geral, CR7 foi parar no banco de reservas e, entre sorrisos amarelos, assistiu a um show de Portugal e de seu substituto

Por Luiz Castro5 min de leitura
Cristiano Ronaldo, no banco, roubou a cena mesmo diante da execução do hino português -
Cristiano Ronaldo, no banco, roubou a cena mesmo diante da execução do hino português -Getty Images

DOHA – Todos os olhares e lentes se voltavam a Cristiano Ronaldo. Feito os paparazzi que costumam persegui-lo durante as férias em Mykonos ou Ibiza, os fotógrafos credenciados pela Fifa ignoraram o protocolo dos hinos nacionais e se digladiaram pelo melhor clique do novo reserva mais badalado da Copa do Mundo. O choque começou na entrada dos torcedores de Portugal, incluindo aqueles nascidos na Índia, em Bangladesh, e tantos outros países, que foram ao estádio Lusail só para vê-lo. “Como assim, CR7 no banco?”. A grande notícia da goleada portuguesa por 6 a 1 sobre a Suíça, pelas oitavas de final, foi a ausência do craque de 37 anos, por motivos ainda a serem plenamente esclarecidos, mas já altamente suspeitos, do time titular. A lógica faz crer se tratar de mais um duro golpe na imagem de profissional exemplar que o filho mais pródigo da Ilha da Madeira construiu.

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