Acervo · Copa do Mundo
O campeão do mundo antecipado: o dinheiro do Catar
Dono do PSG, um dos fundos de investimentos do país terá na final dois de seus garotos-propaganda, Messi e Mbappé. O terceiro ficou apenas nos outdoors

DOHA – O sonho do governo do Catar, uma monarquia absolutista regada a petrodólares, era uma final de Copa do Mundo com Lionel Messi, Kylian Mbappé e Neymar em campo – diante da impossibilidade, ter dois deles amanhã no Lusail já seria espetacular. E então, pela primeira vez na história, haverá uma decisão em que os dois camisa 10 jogam no mesmo clube, o Paris Saint-Germain. O clube transformado em vitrine dos negócios cataris é a casa de alguns dos grandes nomes do futebol, embora não tenha ganhado nenhuma vez a Champions League, assunto para outra reportagem.
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