A lesão de Estêvão ganhou contornos mais graves na noite desta quarta-feira, 22. Exames apontaram uma ruptura quase total do músculo posterior da coxa, com cerca de 80% das fibras comprometidas, segundo informação divulgada pela TNT Sports.

O diagnóstico coloca o caso para o nível mais alto de gravidade dentro das lesões musculares. De acordo com o reportado, o rompimento foi dos isquiotibiais, grupo muscular essencial para aceleração, arranque e mudança de direção.

Mais cedo, o jornal The Athletic publicou que Estêvão teve uma lesão muscular na coxa direita de grau 4. O problema aconteceu na derrota do Chelsea para o Manchester United no último sábado, 18.

Estêvão no Chelsea

Estêvão sofre lesão durante partida entre Chelsea e Manchester

Em cenários como esse, há risco de retração das fibras e, em parte dos casos, indicação cirúrgica, especialmente em atletas de alto rendimento. O tempo de recuperação, assim, deixa de ser curto, colocando em risco sua participação na Copa do Mundo, defendendo a seleção brasileira.

A estimativa mais conservadora aponta para ao menos três meses de afastamento, podendo chegar a quatro a seis meses, a depender da resposta ao tratamento e da necessidade ou não de cirurgia. Protocolos de retorno incluem fases progressivas de cicatrização, ganho de força e recondicionamento específico.