Acervo · Copa do Mundo

De qué planeta viniste, Maradona?

Uma manhã emocionada em Doha para lembrar os dois anos da morte do genial El Diez e, ao menos tentar, atenuar o vazio pela primeira Copa sem ele

Por Fábio Altman4 min de leitura
Reprodução em tamanho real de Maradona erguendo a taça em 1986 -
Reprodução em tamanho real de Maradona erguendo a taça em 1986 -

DOHA – Hoje o mundo do futebol vive uma data triste – os dois anos da morte de Diego Armando Maradona, aos 60. A ausência do craque argentino em uma Copa do Mundo, seja como jogador, seja como treinador, seja como comentarista ou dentro do personagem que vestiu depois de pendurar as chuteiras, é uma imensa lacuna. É data que não poderia passar em branco. A convite da Conmebol, a federação sul-americana de futebol, os veteranos da conquista de 1986 e os campeões do mundo de 1978 fizeram no centro de Doha uma festa comovente – e não há como fugir da sensação a um só tempo bonita e melancólica de ver futebolistas já avançados na idade, muitos ainda em forma física, outros nem tanto, mas todos a estampar no andar e na face as glórias do passado. Estavam ali, entre outros, Fillol, Kempes e Tarantini, da turma de 1978;…

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