A Panini iniciou nesta sexta-feira, 1º, as vendas do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026, marcando a contagem regressiva para o torneio que será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá. Com a expansão da competição para 48 seleções, esta é a maior edição já produzida pela editora.
Lançamento e tamanho recorde
A coleção conta com 980 cromos, reflexo do novo formato da competição, sendo 68 deles sendo as mais raras, especiais com acabamento metalizado. A produção ocorre na fábrica da editora em Barueri (SP), onde são impressas cerca de 11 milhões de figurinhas para abastecer o mercado nacional e outros países da América Latina.
Custos para completar a coleção
O investimento para preencher o livro ilustrado exige planejamento financeiro. Cada envelope, contendo sete figurinhas, é comercializado por R$ 7. O álbum varia de R$ 24,90 na versão brochura a R$ 359,90 na edição premium exclusiva.
No cenário ideal, sem obter nenhum cromo repetido, o custo mínimo seria de R$ 980. Contudo, segundo estimativas da revista Veja, o gasto médio pode variar de R$ 6 mil a mais de R$ 7 mil para quem tentar completar a coleção apenas comprando pacotes. A troca de cromos repetidos permanece como a principal estratégia para reduzir esse valor para cerca de R$ 1,5 mil.
Seleção brasileira no álbum
Uma das principais curiosidades da edição é a ausência de Neymar entre os convocados do álbum. A seleção brasileira é representada por 18 jogadores, mesclando nomes consolidados e destaques da nova geração.
A lista de atletas presentes na coleção inclui Alisson, Bento, Marquinhos, Éder Militão, Gabriel Magalhães, Danilo, Wesley, Lucas Paquetá, Casemiro, Bruno Guimarães, Luiz Henrique, Vinícius Júnior, Rodrygo, João Pedro, Matheus Cunha, Gabriel Martinelli, Raphinha e Estêvão.









