Tem vaga pro ‘Estrogonofe’?
Comentarista vai a 1966, último jogo do ‘Ataque dos Sonhos’ (Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe), e imagina escalar craque do seu time de botão

Apolo; Murilo; Curumim; Oscar e Estrogonofe: impossível não ter na cabeça, de cor, a imortal linha de ataque do meu time de botão de mesa. Sei que para vocês, queridos leitores e leitoras de 1966, essas palavras, ditas assim, significam muito pouco ou nada — bem mais para a segunda opção —, até porque ainda estão por vir os anos de glória desses cracaços, entre 1975 e 1990. Já para mim, são cinco nomes que, juntos, soam como música. Ter na ponta da língua, podendo responder de bate-pronto, a linha de frente dos times de futebol (o nosso ou outros) é uma das delícias que, sinto informar, não existirão no próximo século. Em 2021, de “quando” venho, sequer a plêiade de atacantes da seleção brasileira seremos capazes de recitar. Daí ter se potencializado a emoção de testemunhar, ontem, a goleada de 7 x 1 sofrida pelo Stade D’abidjan/CIV, naquela que,…
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