Técnicos brasileiros não evoluem, pois são cúmplices de um sistema viciado
Não bastasse o futebol de péssima qualidade proposto pelos treinadores, os jogadores ainda fazem cera e os torcedores invadem o campo para quebrar tudo

Não há mistério, o treinador para fazer um bom trabalho, deixar o time arrumado, precisa de tempo. Não existe milagre. O que aconteceu entre o português Jorge Jesus e o Flamengo é raríssimo e, por isso, volta e meia a torcida rubro-negra grita seu nome na arquibancada. Será que acontecerá tudo igualzinho, caso um dia ele volte? Bem difícil. Os “professores” brasileiros não conseguem evoluir porque estão acomodados nessa dança das cadeiras, nessa insuportável panelinha, nesse mercado totalmente viciado. Vejam o exemplo de Marcelo Cabo, demitido do Vasco em um dia e contratado pelo Goiás no outro. Ele vai mesmo sabendo que não terá tempo de trabalhar da forma correta, tanto que já foi demitido.
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