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Também fui craque da moda; mas jogadores não podem dar um bico no futebol

O penteado e as roupas são formas de expressão, um grito de liberdade, mas atletas de hoje parecem estar confundindo as prioridades

Por Paulo Cezar Caju3 min de leitura
Rivellino e Caju, pela seleção brasileira, em 1971
Rivellino e Caju, pela seleção brasileira, em 1971

Estava assistindo Palmeiras e Santo André — tomei Rivotril antes —e não há a menor dúvida que para o jogador atual o futebol está em terceiro plano. A moda vem em primeiro, a maratona vem em segundo e a bola de vez em quando aparece. O jogo parecia um desfile de modelos velocistas. Como essa rapaziada de hoje corre! Tanto que às vezes esquece da bola. Todos com tatuagens de marcas de beijo, tigres, leões, aves de rapina e caveiras. Tem de tudo.

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