Retrospectiva do Caju: treinadores são destaque, para o bem e para o mal
Jorge Jesus chacoalhou o Brasil e abriu portas, mas se mandou. Fernando Diniz é a grata surpresa, enquanto Rogério Ceni ainda não disse a que veio

Chegou o momento da retrospectiva do Caju! O problema será listar os bons momentos em um ano para ser apagado de nossas memórias. O clímax de 2020, sem dúvida, foi o furacão Jorge Jesus. Sua passagem relâmpago pelo Flamengo deu uma chacoalhada no arrastado futebol brasileiro. Causou uma ciumeira tremenda e abriu o mercado para outros portugueses tentarem a sorte por aqui. Josualdo passou pelo Santos e logo viu que não é assim que a banda toca. Hoje, Ricardo Sa Pinto, no Vasco, está quase pulando fora da banda. E o do Palmeiras ainda não emplacou.
Jorge Jesus deu uma liga danada e Rogério Ceni chegou ao fim de 2020 sem dizer a que veio. Uma pena, torço por ele. Fernando Diniz, mesmo perdendo alguns títulos, conseguiu ser o grande destaque do ano para mim. E falo isso porque ele, mesmo não tendo o reconhecimento da mídia, sendo massacrado regularmente,…
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