Mais um dia de Rio Open. Cada dia é dinâmico como um leilão virtual, um lance supera o outro. Hoje foi melhor que ontem, amanhã será ainda melhor, e por aí vai.

Na última terça, mais um dia inesquecível. Em meio ao intenso duelo entre João e Thiago, alguém, com uma curta aparição no telão, dividiu a atenção de todos os presentes. Ele estava lá! Zico! Em carne, osso, sem chuteiras e sem a camisa 10 do Flamengo. Foi pelo prazer de se divertir, e assim como dentro de campo precisou apenas de alguns segundos para fazer a diferença. Quatro décadas depois, na grandeza da sua humildade, fora do gramado sim, mas eternamente dentro dos nossos corações.

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Já tive o prazer de vê-lo várias vezes, em eventos, conversas, mas é sempre como se fosse a primeira vez. A áurea no seu entorno só aumenta, a energia contagia, parece que a cada dia ele é maior e mais simples, mesmo sendo uma lenda há décadas. Segue exemplar, alegre e cortês com todos de todas as idades. Independente de origem, preferência clubística ou patamar social, todos se tornam pequenos e iguais diante da gigante simplicidade de um ídolo de verdade.

Viva o Zico! Viva o Rio de Janeiro! Viva o Rio Open!

Análises, curiosidades e bastidores do mundo do tênis. Por Alex Braga, apaixonado pelo esporte que acompanha há 20 anos a modalidade com a colaboração de Creusa Pedrotti

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