A seleção italiana está fora da Copa do Mundo de 2026. Após empatar com a Bósnia e Herzegóvina nesta terça, 31, por 1 a 1 no tempo normal e sem gols na prorrogação, a Azzurra foi derrotada nos pênaltis e perdeu a chance de voltar para o torneio depois de 12 anos. Assim, tornou-se a primeira campeã mundial a ficar de fora de três Copas do Mundo seguidas (2018, 2022 e 2026).
Na história dos Mundiais, desde 1930, um campeão só havia ficado duas Copas seguidas ausente. Em 1934 e 1938, o Uruguai, campeão da primeira Copa em 1930, fez um boicote contra as seleções européias, que não quiseram participar do primeiro Mundial, e não viajou ao Velho Continente.
A Celeste voltou a disputar uma Copa em 1950, sagrando-se novamente campeã. Depois disso, a seleção uruguaia perdeu as Copas de 1958, 1978, 1982, 1994 e 1998.

Jogadores da Bósnia e Herzegovina comemoram a classificação à Copa de 2026 ao eliminar a Itália – EFE/Nidal Saljic
A Itália, bicampeã das Copas de 1934 e 1938, não disputou a Copa de 1958 e depois em 2018, 2022 e 2026. A Alemanha, campeã em 1954, participou de todos os mundiais desde então. Eles só ficaram de fora das Copas de 1930 e 1950, por opção.
O Brasil, campeão pela primeira vez em 1958, também esteve em todas e segue como o único país a estar em todas as 23 edições.
Campeã em 1966, a Inglaterra perdeu os Mundiais de 1974 e 1978 consecutivamente e depois em 1994. A Argentina, campeã pela primeira vez em 1978, jogou todas as edições desde então, sendo campeã em 1986 e 2022, vice em 1990 e 2014.
A França, a 7ª seleção a vencer uma Copa, ganhou o Mundial de 1998, em casa, e depois jogou todas as edições. Assim como a Espanha, campeã de 2010, que esteve nas últimas quatro Copas.










