Copa no Catar será nivelada por baixo. Eu torcerei pelas zebras
Analisando o cenário brasileiro e até mesmo o europeu chego a uma conclusão: o topo do futebol precisa de novos ares urgentemente

Nesses tempos de pandemia não anda nada fácil comentar sobre futebol, mas sigo zapeando, garimpando alguns joguinhos. Outro dia assisti o Corinthians tomando um sufoco tremendo para vencer o Retrô. Juro, sem querer desmerecer ninguém, mas nunca havia ouvido falar desse clube. Após a partida, o treinador Vagner Mancini certamente deve ter dito que seu grupo vem evoluindo.
Flamengo empatou com o Boavista, Vasco empatou com o Madureira, Fluminense perdeu do Volta Redonda e por aí vai. O Botafogo conseguiu o gol da vitória no apagar das luzes e tive que ler que o técnico Marcelo Chamusca implantou um estilo reativo com ligações diretas e com cruzamentos de jogadores de beirinha do campo! Antigamente esses resultados seriam considerado zebras, mas a Zebrinha que viveu dias de glória no Fantástico hoje vive aposentada, reclusa, nas savanas africanas. Desistiu, claro.
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